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Direitos Autorais.

dezembro 4, 2008

Estava eu, vagando por esse mundão que é a internet, e achei uma matéria dizendo que o Google está sendo processado por 8.000 mil autores, isso mesmo 8.000 mil. Os autores alegam que o Google Print está violando os direitos autorais dos autores, expondo em nas páginas de busca trechos dos livros dos mesmos.

Autores processam Google por violação de direitos autorais.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u19003.shtml

O Google afirma que não está burlando os direitos autorais dos autores, já que são postados trechos dos livros.

Se os autores tiverem sucesso no processo, não encontraremos mais trechos ou livros na internet.

Fernando Faria.

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TIDIR V

dezembro 9, 2008

Já tem um tempo que quero escrever sobre isso aqui, mas não tive tempo.

Gostaria de relatar um pouco sobre a produção do curta-metragem para o TIDIR. Apesar do tema ser amplo e da sociedade de hoje ser moderna e “liberal” (ao ponto de dançar Créu), senti um pouco de hesitação e medo por parte das pessoas durante as gravações do filme. Tudo bem que a produção abordava a morte do presidente do Brasil, mas mesmo informando que era de caráter fictício as pessoas se fechavam para as suas próprias opiniões. Aí eu digo: Onde está a liberdade de expressão? Acredito que ela exista mas no seu modo mais profundo e escondido. As pessoas falam e fazem o que realmente pensam num lugar específico, numa hora específica, com pessoas específicas. Elas não mostram suas opiniões reais no trabalho, por exemplo. Quem vai discordar de uma decisão do chefe?

No dia das gravações na Praça da Liberdade, pretendíamos buscar depoimentos de transeuntes aparentemente surpresos pela fictícia notícia da brutal morte do presidente do Brasil. Algumas falavam que não queriam falar nada sobre, outros rodeavam e rodeavam sem expressão qualquer tipo de pensamento sobre o caso.

Acho importante destacar essa experiência em que quando eu acho que a sociedade evolui, ela acaba por mostrar que continua sendo escrava dela mesma.

Milena Muñoz

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Direitos Autorais

dezembro 9, 2008

Depois daquela aula sobre Direitos Autorais, meus ouvidos ficam atentos a qualquer produção de caráter audiovisual. Parece que não, mas aquela coisa dos dez segundos é mesmo usada e na forma em que me forcei a acreditar que nenhuma pessoa seria capaz de fazer: no modo Frankenstein! Sim, é sério.

Fim de domingo, programa Fantástico: em uma matéria de uns três minutos, os TRÊS minutos eram SOMENTE de trechos de músicas de artistas famosos intercalados à narrações em off. Resolvi cronometrar e, para a minha não-surpresa, 10 segundos. Assim, eu achava que a galera não era capaz de fazer isso de uma forma tão descarada. A cada dez segundos que se passavam e a música trocava era uma gargalhada. Logo uma emissora que tem tanta grana pra bancar uma música, usa e abusa de Coldplay, Los Hermanos, Amy Winehouse, Smash Mouth numa matéria sobre FUTEBOL. Portanto, amiguinhos, abusem de mp3 e dez segundos.

Milena Muñoz

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Forum Nacional de Direitos Autorais

dezembro 9, 2008

http://www.softwarelivre.org/news/12355

          O site acima refere-se ao encontro corrido em Fortaleza neste novembro último onde representantes da iniciativa privada e representantes do interesse público se encontram. Mas quem são esses representantes do interesse público? Quem os elegeu? Quem nos garante que eles não são simplesmente marionetes do interresse privado? Que orgão nos garante oficialmente neste contexto?

        Neste encontro foi amplamente discutido o  percenrual de repasse aos autores das obras, pelas novas midias reprodutoras  de gravação de conteúdo. Os tópicos giraram em torno também dos valores a serem cobrados sobre tais cópias privadas. Mas o ponto alto da noite foram as reflexões de Marcelo Branco, que falou sobre o século 20 e o seu retorcesso com relação aos direitos autorais, e que também enfatizou a utilização das tecnologias e a internet  para o progresso da humanidade. Sobre as tecnologias anti-cópia ele foi direto ao afirmar que elas são altamente excludentes e não democráticas.

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Até que ponto nós podemos copiar ou fazer download na internet?

dezembro 3, 2008

Quem já não pesquisou no google, textos, imagem sobre determinado assunto para trabalhos de faculdades, ensino médio, ensino fundamental, etc. O que interessa saber é até que ponto podemos copiar ou fazer download na internet? Existem direitos autorais sobre a criação do artista. Você não pode sair fazendo CTRL+ C e CTRL+ V e colocar seu nome. Além de ferir a ética, a moral, tenha um bom senso porque isso é plágio. Afinal de contas uma pessoa passou horas e horas na produção de cada palavra, frases, imagens para que você tenha o simples trabalho de CTRL+ C e CTRL+ V. Isso é uma vergonha! 

         Nos trabalhos, imagens, textos utilizados de outro autor você precisará pedir autorização. E destacar bem o nome do autor, o ano e de onde foi retirada a obra. E não simplesmente o local onde você extraiu o conteúdo do texto. Repito é importante que você valorize o artista dizendo este texto ou imagem pertence a “fulando”. É o mínimo que se deve fazer. De acordo com a lei você precisa indicar o nome da pessoa que produziu a obra. Mesmo que a imagem ou texto se encontre em um site, ou blog.  

         Não é correto utilizar textos não autorizados de outras pessoas para fins lucrativos.  Se você precisar referir a uma imagem ou ao outro texto valorize o artista que ficou horas  tentando chegar ao ponto exato que despertou o seu interesse.  Coloque sempre citações de autores que ajudaram na reflexão do seu tema e se tiver dúvidas pergunte. Utilizar propriedade dos outros como se fosse sua não é legal. A imaginação e a criatividade  e para todos basta exercer.

         Foi uma síntese de importância valorizar o autor da obra, não esquecendo da citação dedicada artista.

 

  • Mas a duvida continua até que ponto nós podemos copiar ou fazer download na internet?
  • O que copiar e para que fim?

 

 

Shirley

5º período de Cinema e Vídeo     

Manhã.

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DIREITO AUTORAIS

dezembro 3, 2008

Veja que notícia interessante sobre direitos autorais

Estudando direitos autorais encontrei essa reportagem de 2006 feita por Marcus Ramone sobre o Cartunista Zé Dassilva,   que recebeu indenização de uma empresa que utilizou uma  de suas charge em uma apostila de  Geografia. 

Essa reportagens se encontra na site:

Fonte : www.universohq.com/…/2006/n20042006_07.cfm

A internet é uma leque de informação, de comunicação e também de plagio.  As pessoas circulam notícia dos outros como se fossem delas.   O artista, ou criador precisa se sentir seguro para continuar criando. Se ele não tiver estimulo  e segurança como poderá desenvolver sua idéia.  Se os direitos autorais não são assegurados ctrl+c e ctrl+v  serão a nova visão do futuro, não existira mais criação e sim plágio. É lógico que essa opinião é mínima diante da complexidade que contempla a Lei dos Direitos Autorais.

Shirley

5º período de Cinema e Vídeo     

Manhã.

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A pichação e os idiotas

dezembro 3, 2008

A Rua e a calçada são públicas. E o lado de fora de meu muro? Pode ele sofrer alterações sem minha permissão? Hoje nos muros da nossa cidade vemos inscrições ilegíveis, feias, aparentemente desprovidas de sentido, ao que chamamos de pichação. Um ato egocêntrico no qual o pichador quer que sua “marca” seja divulgada. Além de não ter nenhum tipo de engajamento a pichação segue as regras do jogo capitalista: o pichador quer se fazer conhecer por meio da marginalidade, ou seja, à margem do sistema que ele tenta imitar. Há alguns meses estive em São Paulo e vi maravilhosas intervenções feitas com spray semelhantes às pichações, a diferença é que estas continham frases de cunho político, poemas marginais, ou apenas intervenções artísticas protestando contra as instituições argentinas. Isto fora os excepcionais grafites que nos arrebatam tamanho seu esplendor! Precisamos saber discernir uma pichação egocêntrica de uma intervenção artística. Em Belo Hoeizonte temos pouquíssimos grafites nos muros, que, em minha opinião, são obras de arte, conseqüências saudáveis do cosmopolitismo e deveriam ser incentivados. Mas a prática da pichação para divulgar nomes de gangues e o apelido dos próprios pichadores é algo condenável por utilizar de um espaço público para interesses privados. O espaço público deve ser usado para manifestações de cunho público. Usá-los para interesses pessoais é tão criminoso quanto um político que utiliza seu cargo para interesses próprios. Os gregos chamavam de idiota aquele cidadão que não se preocupava com a política. Etimologicamente a palavra idiota tem ligação com o termo “id”, ligado às pulsões e desejos de bens materiais e “ota” que em grego quer dizer casa, ou seja, aquele que ao invés de se preocupar com a polis (a cidade) só se preocupava com a sua casa (ota). Daí o sentido pejorativo dessa palavra entre nós hoje. Só podemos concluir uma coisa: Os pichadores são uns idiotas!

Poliana Rozado